O mal vem sorrateiro
Chega cinza, você nem vê.
Nao se mostar por inteiro.
mas ele esta lá, à espreita
Por fim se apresenta, com é
Sem saber de onde, surge
Uma super nova, um novo dia
Com sua energia tudo consome.
Quero o negro do carinho
O preto da bondade
A escuridão da amizade
A negritude do amor
Mostrando postagens com marcador racismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador racismo. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
sexta-feira, 1 de junho de 2007
cor de bronze, negro é o sangue - 2
É possível para a sociedade branca, das metrópoles brasileiras, fingir que não tem nada haver com a secular escravidão promovida nas terras do pau brasil ?
Será que a crueldade e a arrogancia, a exploração e a humilhação, promovida nessas terras não tenham herdeiros ?
Não basta esconder esses fatos por traz de uma fachada cosmopolita, de uma cultura liberal, de uma formação publica, republicana, não discricionária. A questão é que o fato existe.
Será que a crueldade e a arrogancia, a exploração e a humilhação, promovida nessas terras não tenham herdeiros ?
Não basta esconder esses fatos por traz de uma fachada cosmopolita, de uma cultura liberal, de uma formação publica, republicana, não discricionária. A questão é que o fato existe.
cor de bronze, negro é o sangue
Não vim de navio negreiro.
As correntes nao prenderam-me no pelourinho
Não conheci a escura senzala
nem meu suor correu pelos senhores
Não sou negro, mulato ou jambo
picuinho e duro meu cabelo não é
A chibata curel e vil
minhas costas não cortou
Nem meu sexo tomaram a força.
sou vergonhasamente branco
Arrogantemente livre
Vaidosamente belo
sempre senhor de tudo
Jambos, mulatos e negros
A criadagem conheci
os braçais, os guetos, as favelas
a pobreza tem sua cor.
herança recebida
dos que vieram antes de mim
Deixaram-me esse vaso de joias
joias de humilhação, sangue
joias que joguei fora.
Ó joia do amor
Mulata, cor de bronze dourado.
negro é seu sangue.
Descendeste de mim
Uma urna verdadeira
Uma tocha viva
pros que virão depois de ti.
As correntes nao prenderam-me no pelourinho
Não conheci a escura senzala
nem meu suor correu pelos senhores
Não sou negro, mulato ou jambo
picuinho e duro meu cabelo não é
A chibata curel e vil
minhas costas não cortou
Nem meu sexo tomaram a força.
sou vergonhasamente branco
Arrogantemente livre
Vaidosamente belo
sempre senhor de tudo
Jambos, mulatos e negros
A criadagem conheci
os braçais, os guetos, as favelas
a pobreza tem sua cor.
herança recebida
dos que vieram antes de mim
Deixaram-me esse vaso de joias
joias de humilhação, sangue
joias que joguei fora.
Ó joia do amor
Mulata, cor de bronze dourado.
negro é seu sangue.
Descendeste de mim
Uma urna verdadeira
Uma tocha viva
pros que virão depois de ti.
Assinar:
Postagens (Atom)